O PLANO DOS
ELEMENTAIS
Os Elementais são seres singulares e misteriosos, multiformes, invisíveis, sempre presentes em todas as atividades da Natureza, além do plano físico. São veículos da Vontade Criadora, potencializadores das forças, leis e processos naturais.
Sua existência é constatada por muitos e ignorada pela maioria. Em síntese, podemos dizer que eles são os executores das manifestações do instinto entre os animais, levando-os a agir desta ou daquela maneira, sendo essa uma de suas mais úteis e interessantes tarefas. Eles mesmos, cada um no seu gênero, são o instinto simples, natural, impulsivo, violento e expontâneo em ação. Daí serem perigosos quando utilizados pelos homens no campo das paixões naturais, cuja exacerbação produzem a limites imprevisíveis.
Em muitos pontos, confundem-se com os deuses mitológicos e das religiões primitivas. Geralmente são controlados e conduzidos por "almas grupo", designação ambígua que significa "elementos polarizadores", gênios da própria espécie. Os povos antigos se referiram a eles no passado, e milhares os viram e ainda os vêem, quando são videntes, ou quando exteriorizados do corpo físico. E farta é a literatura espiritualista que os noticia; e, no próprio Espiritismo, há referências sobre eles, que são, aliás, figuras vivas e familiares aos médiuns videntes e de desdobramento. "Possuem um metabolismo intra-luminoso de grande velocidade; são transmissores de energias espiritualizantes para as substâncias dos planos inferiores da Natureza, no campo físico, e formadores das grandes correntes de energia reduzida, que utilizam como espíritos da Natureza.
"Os mundos etéreos, onde se manifestam, são formados de matéria rarefeita de maior ou menor densidade. "Formam várias classes, cada uma delas com seus próprios habitantes, nos próprios planos, todos se interpenetrando, como no arco-íris, isto é: os de menor densidade interpenetrando os de densidade mais pesada.
"Atuam em diferentes planos: no físico, no emocional e no menta linferior, quando a forma predomina sobre a energia; no mentalsuperior e na vontade individual, quando predomina a vida e o ritmo, a se reduzindo à essência concentrada, formando os arquétipos. "Todos os processos criativos, a saber: a criação, a evolução, a vivificação e a forma, são assistidos por hostes desses seres, que agem sob a vigilância de um ser maior, responsável, condutor,considerado, como já dissemos, o deus, o gênio da espécie. Exemplo: o deus da montanha, o deus do mar, etc., como nas mitologias em geral. "O ser elemental é vivo e vive no astral.
Segundo sua espécie,incorpora os pensamentos e as idéias dos homens e as executam como se fossem próprias. Realizada uma, apropria-se de outra, que também executa e assim passam a atuar ininterruptamente, tornando-se perigosos por serem inconscientes, sem discernimento para distinguir o bem do mal.
São seres em início de evolução. Encontram-se em toda parte: na superfície da terra, na atmosfera, nas águas, nas profundidades da sub-crosta, junto ao elemento ígneo.
Invisíveis aos olhares humanos, executam infatigável e obscuram ente um trabalho imenso, nos mais variados aspectos, nos reinos da Natureza, junto aos minerais, aos vegetais, aos animais e aos homens.
"A forma desses seres é muitíssimo variada, mas quase sempre aproximada da forma humana. O rosto é pouco visível, ofuscado quase sempre pelo resplendor energético colorido que o envolve. "Os Centros de Força que, no ser humano são separados, nos elementais se juntam, se confundem, se somam, formando um núcleo global refulgente, do qual fluem inúmeras correntes e ondulações de energias coloridas, tomando formas de asas, braços, cabeças... "Podem ser classificados em duas categorias gerais: os elementais fictícios e os naturais.
Os Elementais são seres singulares e misteriosos, multiformes, invisíveis, sempre presentes em todas as atividades da Natureza, além do plano físico. São veículos da Vontade Criadora, potencializadores das forças, leis e processos naturais.
Sua existência é constatada por muitos e ignorada pela maioria. Em síntese, podemos dizer que eles são os executores das manifestações do instinto entre os animais, levando-os a agir desta ou daquela maneira, sendo essa uma de suas mais úteis e interessantes tarefas. Eles mesmos, cada um no seu gênero, são o instinto simples, natural, impulsivo, violento e expontâneo em ação. Daí serem perigosos quando utilizados pelos homens no campo das paixões naturais, cuja exacerbação produzem a limites imprevisíveis.
Em muitos pontos, confundem-se com os deuses mitológicos e das religiões primitivas. Geralmente são controlados e conduzidos por "almas grupo", designação ambígua que significa "elementos polarizadores", gênios da própria espécie. Os povos antigos se referiram a eles no passado, e milhares os viram e ainda os vêem, quando são videntes, ou quando exteriorizados do corpo físico. E farta é a literatura espiritualista que os noticia; e, no próprio Espiritismo, há referências sobre eles, que são, aliás, figuras vivas e familiares aos médiuns videntes e de desdobramento. "Possuem um metabolismo intra-luminoso de grande velocidade; são transmissores de energias espiritualizantes para as substâncias dos planos inferiores da Natureza, no campo físico, e formadores das grandes correntes de energia reduzida, que utilizam como espíritos da Natureza.
"Os mundos etéreos, onde se manifestam, são formados de matéria rarefeita de maior ou menor densidade. "Formam várias classes, cada uma delas com seus próprios habitantes, nos próprios planos, todos se interpenetrando, como no arco-íris, isto é: os de menor densidade interpenetrando os de densidade mais pesada.
"Atuam em diferentes planos: no físico, no emocional e no menta linferior, quando a forma predomina sobre a energia; no mentalsuperior e na vontade individual, quando predomina a vida e o ritmo, a se reduzindo à essência concentrada, formando os arquétipos. "Todos os processos criativos, a saber: a criação, a evolução, a vivificação e a forma, são assistidos por hostes desses seres, que agem sob a vigilância de um ser maior, responsável, condutor,considerado, como já dissemos, o deus, o gênio da espécie. Exemplo: o deus da montanha, o deus do mar, etc., como nas mitologias em geral. "O ser elemental é vivo e vive no astral.
Segundo sua espécie,incorpora os pensamentos e as idéias dos homens e as executam como se fossem próprias. Realizada uma, apropria-se de outra, que também executa e assim passam a atuar ininterruptamente, tornando-se perigosos por serem inconscientes, sem discernimento para distinguir o bem do mal.
São seres em início de evolução. Encontram-se em toda parte: na superfície da terra, na atmosfera, nas águas, nas profundidades da sub-crosta, junto ao elemento ígneo.
Invisíveis aos olhares humanos, executam infatigável e obscuram ente um trabalho imenso, nos mais variados aspectos, nos reinos da Natureza, junto aos minerais, aos vegetais, aos animais e aos homens.
"A forma desses seres é muitíssimo variada, mas quase sempre aproximada da forma humana. O rosto é pouco visível, ofuscado quase sempre pelo resplendor energético colorido que o envolve. "Os Centros de Força que, no ser humano são separados, nos elementais se juntam, se confundem, se somam, formando um núcleo global refulgente, do qual fluem inúmeras correntes e ondulações de energias coloridas, tomando formas de asas, braços, cabeças... "Podem ser classificados em duas categorias gerais: os elementais fictícios e os naturais.
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